Saturday, January 4, 2020

De volta em Montreal

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A "minhoca maluca" estava bem maluca, uma bagunça danada, com filas se atrapalhando umas às outras. Passamos finalmente por todo o processo e fomos pegar nossas malas.

As malas chegaram bem rapidamente, saímos e fomos para a longa fila do táxi. A fila estava longa, mas fluía bem, logo estávamos partindo para casa.

Chegamos em casa antes das cinco da tarde. Como sempre, viajar é bom, mas voltar à casa é uma maravilha!


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Em Londres, voo para Montreal

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Chegando em Heathrow passamos por outra alfândega e outra segurança. Que perda de dinheiro e tempo!

Fomos esperar no grande saguão do aeroporto. Fui comprar água pois estávamos com sede, descobri que minhas notas de libra são velhas, têm que ser trocadas. Mas felizmente nós tínhamos umas notas de cinco libras novas, pudemos comprar a água.

Fui à loja duty free, comprei uma bebida cor de rosa, dois chocolates e uma latinha de mints.

Nosso voo ia partir do portão B39, fomos para aquela área.


Já estavam fazendo o embarque quando chegamos, Pegamos os assentos 29D e 29E. A Rose foi no corredor e eu no meio.

Assisti ao filme "Ad Astra". Não posso dizer que tenha entendido por completo, mas gostei bem.

Aí assisti a comédia romântica "Isn't it romantic?" com a atriz gordinha da série "Pitch Perfect". Um bom divertimento.

Assisti ainda vários programas de televisão, comédia, esporte.

Por fim vi o filme "Simonal", sobre o cantor Wilson Simonal. Mas já havia guardado os fones de ouvido, fiquei só vendo imagens e lendo as legendas em inglês. Pousamos antes de o filme terminar, não vi o fim.

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No aeroporto de Estocolmo

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No aeroporto eu deixei a Rose num canto e fui procurar o guichê da Air Canada. Não encontrei, mas me lembrei que o nosso voo inicial era pela SAS, eles é que iam cuidar de nós.

Fomos até uma da máquinas para fazer o check-in, não funcionava, mas não dava indicação de erro. Fomos para outra, funcionou sem problemas. Mas que azar pegar uma máquina com problemas!

Quando passamos pela segurança o cartão de embarque da Rose desapareceu. Conversamos com uma funcionária da segurança, ela fez uma verificação bem por cima e disse para nós pedirmos outra no portão de embarque. Oh well...

Entramos na área do nosso portão, era um lugar fechado, não podíamos sair mais. E só tinha um lugar de comida, mais nada. Compramos nosso café da manhã (dois sanduíches, um chocolate quente e um cappuccino), custou um horror de caro e a comida não era lá essas coisas, o pão do sanduíche estava meio borracha.

Subi para ir ao banheiro, encontrei esse simpático mascote:


Fui conversar com o funcionário do portão de embarque, ele imprimiu outro cartão de embarque para a Rose sem problemas.

O voo estava overbooked, quase que dão nossos lugares para um casal de velhinhos orientais que estavam por ali. Até chamaram nossos nomes pelo alto-falante! Ufa!!

A Rose foi no banco 20B e eu no 21B, atrás dela. Eram os únicos bancos mais próximos.


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Indo para o aeroporto de Estocolmo

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Acordamos pouco antes das 4h30, hoje é dia da viagem de volta para o Canadá.

Fizemos os últimos preparativos, terminamos de arrumar as malas e às cinco da manhá descemos para fazer o check-out do hotel.

Fomos para o terminal do Arlanda Express e pegamos o trem pouco depois:



O trem chegou a fazer 170 quilômetros por hora! Wow!

Aqui estão os bilhetes, pouco depois de terem sido verificados pela verificadora de bilhetes:



Mais de oitenta dólares por pessoa, como é que pode? 

Um selfie, no meio da viagem de trem para o aeroporto:



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Friday, January 3, 2020

Fotografiska II: restaurante

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Pouco antes das seis da tarde nós subimos para o restaurante. Assim que entramos o maître na entrada perguntou se queríamos champanhe. A Rose perguntou o preço. SEK 155. Ouch!

Uma garçonete nos levou a nossa mesa e explicou como tudo funcionava. Eles tinham dois "tasting menus", nós dois escolhemos o mais barato dos dois, não tinha porque querer o outro.

A comida estava bem gostosa, eu gostei de tudo. A Rose achou que o cogumelo tinha gosto de bacon, reclamou com a garçonete, que garantiu que não havia nenhum bacon ali. A Rose não ficou muito convencida...

Saímos de lá por volta das oito da noite, fomos de volta para a estação Slussen. A funcionária do metrô nos disse que o mínimo que poderíamos colocar de dinheiro no cartão era SEK 100. Por isso terminamos comprando uma passagem a mais de metrô. E sobrou ainda algumas coroas no cartão que a gente nunca mais vai utilizar. Ó vida...

A viagem de volta foi curta, logo estávamos em nosso hotel. Cuidamos das malas para a viagem de volta.


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Fotografiska I: exposições

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Pegamos o metrô, custou mais caro do que prevíramos, ia faltar SEK 20 para a nossa volta. Não me preocupei muito, seria só necessário acrescentar um pouco de dinheiro no cartão.

Fomos até Slussen e de lá andamos até o museu. Tivemos o azar de sair bem na hora que havia uma multidão indo para um cruzeiro com suas malas e tudo o mais. Que lentidão!...

Bem, entramos no Fotografiska, paguei a entrada (SEK 340 para nós dois) e aí a Rose mencionou que tínhamos uma reserva para o restaurante, o funcionário nos disse então que tínhamos um desconto. Desfizemos a transação original e fizemos outra de SEK 280. Desconto sempre é bem-vindo.

Na hora de deixar nossas coisas no vestiário foi meio complicado, estava cheio de gente e nós não conseguimos nos entender direito com os cadeados eletrônicos do lugar. Alguns dos cadeados estavam com problema, também. A Rose terminou pedindo ajuda a um senhor que conseguira fazer funcionar o dele e aí pudemos deixar nossas coisas.

A primeira exposição se chamava "Places Beyond" e mostrava fotos enormes cheias de trucagens, gostei muito:



A Rose também gostou bem:


Havia uma grande boneca que aparecia em algumas das fotos de uma das outras exposições:


As outras exposições eram menos interessantes, só fotos "comuns", sem nada de especial.



Esse museu foi o mais "afetado" em que eu já estive. O museu vende bebidas aos visitantes, o pessoal vai vendo as exposições segurando taças de vinho ou de champanhe. Um pouco esnobe demais para mim...

Posso dizer sem medo de errar que foi o museu que eu menos gostei nessa viagem; se soubesse eu preferiria ter ficado mais tempo no museu de história da Suécia, bem mais interessante.



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Museu de História da Suécia II: andar superior

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No andar de cima tem a história da Suécia desde o ano 1000 até os dias de hoje. Super interessante, a gente vai andando pelas salas e tem uma linha do tempo no chão com os acontecimentos importantes de cada ano. Essa exposição mereceria uma visita mais demorada.



Cada sala era referente a um século e tinha um painel como este:


E objetos diversos daquele século:


E aqui o painel da última sala:


Passamos pela exposição sobre a Idade Média mais rapidamente, tínhamos que ir para o nosso próximo museu, o Fotografiska. E de qualquer maneira a Idade Média não nos interessa muito.




Uma das últimas salas se chamava "History Unfolds". Merecia mais atenção do que pudemos dar:


Uma maquete ao final dessa exposição, a placa ao lado fala sobre o reino mítico de Svea, que teria sido o predecessor da Suécia atual:


Saímos do museu e andamos até a estação do metrô mais próxima (Karlaplan), fica a cinco minutos do museu.



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