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Ao final do museu propriamente dito há uma galeria de arte que agora está expondo obras de um artista britânico chamado Angus Fairhurst:
Ele fazia parte do grupo Young British Artists:
Gostei bem dessa obra:
Ele era fascinado por gorilas:
Terminada a visita fui fazer a degustação, sentei no bar. A gente recebe uma plaqueta de cartão com os nomes das bebidas que vamos experimentar e uma pequena descrição delas:
Me apresentaram quatro tipos diferentes de bebidas em três taças e um copo, todos bem pequenos.
O primeiro era um aquavit, 40% de teor alcoólico, gostei.
O segundo era um snaps, 38% de álcool, bem gostoso, também.
Cada uma das bebidas tinha um pequeno cartão com um texto de acompanhamento. A terceira bebida se chamava bäsk e o cartão dizia que era tão amarga que enrolava a língua. Dei risada, não poderia ser tão ruim assim, não é? Eu estava enganado. Era a bebida mais pavorosa que eu já experimentei na minha vida! E olha que eu já tomei pastiche e ouzo! Eu até perguntei para o barman se não era para misturar com alguma coisa para tirar o amargor, mas ele disse que não, era para ser tomada de um shot só. Ufa! Não bebi mais, deixei o resto no copo.
A quarta era um punch muito gostoso. Tão gostoso que quando terminou eu pedi uma outra porção ao barman. Essa eu tive que pagar à parte, claro.
Saí do museu da bebida e fui andando de volta para o hotel. Eu queria ir à loja de bebidas, mas estava fechada. Por isso parei na Hemköp, comprei uma bebida sem álcool para a Rose para hoje à noite.
Quando cheguei no quarto a Rose já estava lá. Contei para ela a história da minha jaqueta e o porquê de eu estar usando uma roupa do ABBA.
A faxineira não havia arrumado o nosso quarto. Eu estava me preparando para descer até a recepção para reclamar sobre isso quando bateram na porta. Era a faxineira, perguntou se precisávamos de toalhas, disse que sim e ela trouxe para mim.
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