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Tentei fazer o check-in do voo no site da Air Canada, não funcionou, o site dava um erro genérico e não tinha jeito de passar para o próximo ponto.
Nós havíamos planejado ir ao museu de história da cidade, mas mudamos de ideia, decidimos ir para o museu de história da Suécia ao invés.
Na noite anterior eu tinha ido ao site da papelaria Kreatima e peguei o nome exato do caderninho de stickers que a Rose queria. Fomos lá, a funcionária disse que não tinham mais, mas que havia numa outra loja na mesma rua, a cinco minutos de caminhada. Fomos lá.
No caminho passamos por uma loja de design, a Rose comprou umas coisinhas para dar de presente.
Chegamos finalmente na outra papelaria, a Rose comprou cinco cadernetinhas de stickers, vai distribuir para suas amigas.
Continuamos o caminho, a Rose quis entrar numa loja de roupas. Comprou uma blusa.
Depois dessa ela disse que só iria olhar em frente, para não querer parar mais para comprar nada... :-)
Nossa próxima parada foi no museu:
Entramos, deixamos nossas coisas no vestiário e fomos visitar o museu.
O museu é gratuito, mas o áudio-guia custa SEK 20.
A primeira exposição é sobre a pré-história, que na visão dos suecos vai até o ano 700 da nossa era. Bem esquisito isso.
Essa exposição fala sobre oito personagens diferentes da pré-história sueca. Me fez lembrar a exposição sobre múmias no Museu de Belas Artes de Montreal.
Tem os esqueletos de verdade das pessoas em questão:
E reproduções de como eles deveriam ser, de acordo com as mais recentes pesquisas:
Apresentavam as armas deles e outros instrumentos:
Saindo da exposição sobre a pré-história chegamos a outra que tenta fazer paralelos entre as nossas vidas e a daquelas pessoas da pré-história através de questões diversas:
Queríamos ir ao Gold Room, mas essa área tem que ser visitada com lâmpada, pois fica completamente no escuro. Fui pedir um na recepção e a funcionária me disse que começaria uma visita guiada em dez minutos, por isso seria melhor eu esperar uma hora para ir lá.
Fomos fazer outras coisas no andar de cima.
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Eu adoro quadros como esse, que mostram grandes paisagens:
A beleza da modelo me chamou a atenção para esse quadro:
Além de pinturas e esculturas, havia também objetos de uso diário em exposição:
Outro quadro grandioso, no estilo que eu gosto:
Fui ler o quadro explicativo e fiquei confuso: os texto em inglês e sueco claramente não dizem a mesma coisa.
Mais tarde, de volta no quarto do hotel escrevi uma mensagem para os curadores do museu a respeito.
A antiga biblioteca foi preservada dentro do museu, a gente podia pegar livros e ficar folheando ali:
Esta é uma imagem do príncipe Eugênio, o príncipe pintor:
Eu já vi essa escultura abaixo (uma versão dela, claro) em outro museu. Acho que na Dinamarca, se não me engano. É a bailarina de 14 anos do Degas:
Nesse museu eu peguei uma das cadeirinhas dobráveis que o museu oferece, foi uma mão na roda. Normalmente eu termino a visita aos museus super cansado por ter ficado em pé o tempo todo. Hoje foi bem mais suave, me sentia bem ao final.
Um tabuleiro de xadrez com as peças mal colocadas (os jogadores têm uma casa preta no canto inferior direito, tinha que ser branca).
Na minha mensagem aos curadores do museu eu mencionei esse problema, também.
Essa parte já é de objetos mais modernos, dos nossos tempos:
Mesmo as escadarias têm grandes obras de arte:
Nos encontramos na gliptoteca às 19h30, tirei umas últimas fotos e encerramos nossa visita.
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Saindo da exposição sobre 1989 eu fui ver a exposição permanente:
Uma pequena urna, muito bonita:
Este é um busto da rainha Sofia Madalena feito pelo artista Sergel (o da grande praça com a torre no centro de Estocolmo):
Estes dois auto-retratos foram adquiridos recentemente pelo museu.
Esta mulher com véu estava num dos folhetos promocionais do museu:
Super interessante essa pintura que tem que ser vista no espelho cilíndrico:
Esta urna originária da Alhambra foi trazida de Praga para a Suécia no século XVII como espólio de guerra. O dragão que aparece em cima da mesma foi acrescentado por um arquiteto sueco da época para esconder um pequeno estrago na estrutura da urna.
Adorei esse prato de cerejas do começo do século XVII:
Nunca tinha ouvido falar de Cleobis e Bitão, mas nesse museu vi dois quadros a respeito deles. Eis aqui um deles:
Terminei o terceiro andar e fui pegar a grande escadaria para descer para o segundo:
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Fomos então começar nossa visita pela exposição temporária sobre o ano de 1989. Puxa! Eu não lembrava que aquele ano tinha sido tão cheio! É impressionante a lista de acontecimentos do ano:
Foi um ano de revoluções em todo o Leste Europeu:
E de reivindicações de todos os tipos:
Mas também foi um período de belos designs:
A Rose pegou um áudio-guia em seu telefone, por isso fizemos a visita em separado. Combinamos de nos encontrar mais tarde na gliptoteca to andar térreo.
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